"Não adianta você querer prender as pessoas a você.. Quem quiser permanecer na sua vida, vai encontrar uma maneira, mesmo que a própria vida insista em separar vocês.."
Confesso que não tenho ideia de quem possa ter criado esta frase, mas ela tem feito sentido ultimamente.
Eu sinto falta de ouvir sua voz e não poder te abraçar com mais frequencia. Eu não gosto desse silêncio que me tortura o coração e a forma como as situações nos distanciam, sem que possamos nos despedir. E te digo, não entendo como gosto de você, a ponto de não conseguir te deixar.
Eu odeio não entender o que se passa em seu coração e não saber me expressar ou demonstrar, tudo o que gostaria que entendesse, enquanto confesso essas palavras. Eu não sei ouvir certas músicas e não sentir saudades, não me identificar com as histórias que contam.
Eu amo a maneira que você cuida de mim, apesar de dispensar as palavras, mas com atitudes que passariam desapercebido, se não fossem tão importantes para mim.
Talvez você tenha tido algumas experiências que tenham deixado você desconfiado, mas vou te contar um segredo: nunca fui de fazer joguinhos, sou muito distraída para saber blefar.
Tudo o que você precisa lembrar é: metade de mim é coração e a outra metade é coragem. Aprendi que não se pode prender ninguém, acredito mais na famosa frase que diz "[...] asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar".
O amadurecimento vem com a idade, mas depende muito mais das atitudes, do que números que a data de nascimento representa.
Confesso que você nunca foi o cara por quem eu permitia que se aproximasse, sempre mantive uma certa distância segura, do que acreditava ser a melhor solução. Mas também aprendi com você, que quando se permite perceber o outro com o coração, podemos descobrir que essa pessoa é aquela que sempre esperou conhecer. Não no sentido dos contos de fada, mas com qualidades e defeitos, todo carne, osso e confusão.
Alguém que te complete de um jeito maluco, doidinho, mas que te faz querer ficar sempre perto. E te faz sorrir, na contramão da razão, sem porquê e sem nehuma forma definida para se justificar e sim sentir.
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