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Os opostos se atraem

Foto: Dih Silva
Publicado na Revista Modo

A primeira coisa que penso quando me deparo com esta frase, é na antiga teoria que alguém adaptou ao comportamento humano. Mas, isto também nem sempre comprova alguma coisa, se pensarmos que para cada regra há uma exceção.
Por outro lado, encontrei um lugar ao qual considero pertinente a questão da lei dos opostos: São Paulo. Os dois lugares que me encantam são opostos a si; a modernidade dos prédios, espetáculos, cultura, da tumultuada Avenida Paulista, e o sossego do cenário bucólico do Parque Ibirapuera.
Mesmo com suas contradições, esses dois pontos turísticos possuem uma semelhança que os completa: a diversidade de pessoas.
Avenida Paulista surpreende com estilos urbanos; o modo como as pessoas ganham a vida de forma extrema; misturando o transito de pessoas com o de veículos apressados a caminho de seu destino.
Parque Ibirapuera reúne uma diversidade de pessoas em busca de tranqüilidade. São famílias; casais; galera reunida com violão; brincadeiras de correr; passeios com cachorrinho ao fim de tarde; corrida para manter a forma; passeios de bicicleta; e sempre tem alguém querendo registrar cada minuto de todo esse cenário. Não há diferenças em classe, cor, cultura, todos são iguais em busca de água e sombra fresca. Em uma paisagem em que a natureza se confunde com os arranha céus, e me faz lembrar... Sim, estou em São Paulo!

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